Severiano Miranda

De volta ao Brasil as coisas continuam as mesmas… Nossa!!!

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São João vai, São João vem… E enquanto isso, Florianópolis recebeu o 14º FAM (Forum AudioVisual do Mercosul).

Um festival com direito a exibição de filmes, curtas, e conversas com os realizadores dos filmes. Enfim, um evento cultural muito bacana. Eu não tenho nada contra a “nossa” cultura, ou o nosso São João, gosto bastante inclusive. Mas infelizmente de cultural já não há muita coisa na festa promovida no Parque do Povo, na verdade, não há faz muito tempo.

Ano passado, conversando com uma amiga espanhola que queria trabalhar no Brasil, fiz o convite para ela conhecer o Nordeste antes de decidir-se. A resposta foi clara, e melhor impossível, posso ir conhecer, mas para trabalhar prefiro a região Sul, é mais parecido com aqui, o Nordeste me parece um tanto subdesenvolvido. Em outra conversa o desfecho foi fatal, seria algo assim como o Marrocos, só que sem uma Espanha ao lado…

Uma pena, porque arte existe, até melhor incluso, mas nos é oferecido Gaviões do Forró, e Calcinhas de todas as cores durante trinta dias, sob o argumento de tomar “cachaça”, oras, “cachaça” eu tomo o ano todo, escutando música MUITO melhor…

Watchmen

Watchmen

Eu gosto de filmes de super heróis. Na verdade, acredito eu que seja a grande sacada dos efeitos especiais, os super heróis. Afinal, pra se fazer um filme, não são necessários os milhões de Hollywood, senão não haveria cinema no resto do mundo (cinema de melhor qualidade incluso), porém pra fazer um filme de super herói, os efeitos são sim, algo que dá mais “realismo” ao filme.

Hoje em dia há filmes de praticamente todos eles,  em 1989 era raro, e fui ver Batman no cinema umas três vezes, claro, era meu herói preferido, por causa do Cavaleiro das Trevas, que havia lido um ou dois anos antes.

Desde então, vi muitos outros, principalmente nos últimos tempos, depois que virou moda. O último que vi, e vi duas vezes, porque meu sobrinho Daniel pegou uma versão super high definition, foi Watchmen. É baseado num quadrinho dos anos 80, mais ou menos a mesma época do Cavaleiro das Trevas, mas que só vim ler depois de muito tempo, pelo PC num arquivo PDF que achei (ler quadrinho em PDF eh uma droga). Assim como a estória de Batman, é muito famoso o quadrinho dos Watchmen, até hoje. Ambas são estórias bacanas, no caso dos heróis de Watchmen, não há super poderes, com a excessão do Dr. Manhattan, são todos humanos normais, como Batman =).

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Eu gosto de filmes adolescentes americanos, tipo essas aventuras inocentes, de “sessão da tarde”, bom, e ai o exemplo se encaixa muito bem, Os Goonies é um clássico. Gremlins 1 e 2… Enfim, já deu pra notar o tamanho do problema. Mas eu gosto, fazer o quê. Também gosto, um tanto, de mitologia grega, e sempre me peguei lendo qualquer coisa que pousasse em minhas mãos a respeito, só pra passar o tempo… Que fosse.

Bom, o Chris Columbus foi roteirista desses filmes que mencionei, eis que, ele resolve dirigir um filme, adolescente, americano, e que também fala em mitologia. LEGAL!!!! Depois de não ter visto WatchMen no cinema, depois de não ter visto o novo Sherlock Holmes no cinema, e qualquer outro que me apetecesse nesse período, por motivos diversos não os assisti, tinha que ver “Percy Jackson e o Ladrão de Raios“…

Partimos na missão, Izabella, meu sobrinho Lucas e eu (meu outro sobrinho Caio, já tinha visto o filme duas vezes), chegamos cedo ao cinema e… Nada feito, saiu de cartaz… Beleza, agora eu quero ver o filme e não é outro, é esse mesmo, saimos do prédio e logo na porta estava a banca de filmes piratas:

“- Dá um Percy Jackson aê!”

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