Severiano Miranda

De volta ao Brasil as coisas continuam as mesmas… Nossa!!!

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Tudo bem, tudo bem, ao mesmo tempo em que acontece o Maior São João do Mundo, acontece também o 6º Festival Internacional de las Artes de Castilla y León. No ano que passou, teve um ciclo de cinema brasileiro, exibindo “Vidas Secas” e “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, uma pena que o bom cinema brasileiro se assista na Espanha, numa cidadezinha de 200 mil habitantes. Fico imaginando qual  ciclo de cinema que está havendo esse ano. Enquanto me contento com as pérolas poéticas de Aviões do Forró, como as descritas no texto abaixo sobre a abertura do São João.

Nada contra nada, mas veja só, com um ano de Salamanca, não vi nenhum espetáculo de Reggaeton na cidade, e veja só que Reggaeton, é algo assim como um forró deles. E Salamanca, com certeza, a cidade onde deveriam haver os espetáculos… Enfim, cada um com a cultura que merece.

Festival Internacional de las Artes de Castilla y Leon
Festival Internacional de las Artes de Castilla y Leon

Exatamente 1 ano atrás, um dos únicos dias em que me perdi em Salamanca… Infelizmente não estava sozinho nesse dia!

Em compensação, foi o dia que ficou na lembrança de todos… Dos males o menor, fica a saudade…
=)

Perdidos em Salamanca

Perdidos em Salamanca

Mais O’haras…

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Outra música que sempre toca no repertório da bandinha… Do grupo argentino “La Mosca Tsé-tsé“.


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Em Salamanca, todos os domingos a noite há um pequeno espetáculo, no O’haras, um pub irlandês, um bar, um lugar pra assistir alguns jogos (de futebol, de rugby, ou qualquer outro esporte que esteja passando), enfim… Nas noites de domingo o O’haras recebe um quarteto que toca algumas músicas brasileiras (dentre as quais muitas de Jorge Ben, e de vez em quando uma ou outra bossa), e algumas músicas não sei se típicas de seus paises de idioma castelhano, mas que não desagradam o ouvinte. Bom, sempre é repetido o mesmo repertório, o que faz com que a primeira visita seja bastante agradável, depois não fica desagradável, mas as visitas acabam por se restringir mais, principalmente quando aparece alguem para conhecer a cidade num domingo.

Bom uma das músicas tocadas lá, das cantadas em castelhano, eu nunca havia ouvido falar, era essa: “El Muerto Vivo” de Gerardo González Herrera. Nessa versão cantada por Peret e Marina “La Canillas”. Bacana a música. =)